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“O mistério da encarnação (2)”

Palavras diárias de Deus | “O mistério da encarnação (2)” | Trecho 111

O Deus tornado carne só Se manifesta a uma porção das pessoas que O seguem durante este período em que Ele executa Sua obra pessoalmente, e não para todas as criaturas. Ele Se tornou carne apenas para completar um estágio da obra, não para mostrar ao homem Sua imagem. No entanto, Sua obra deve ser realizada por Ele Mesmo, portanto, é necessário que Ele faça isso na carne. Quando esta obra terminar, Ele partirá do mundo humano; Ele não pode permanecer por longo prazo entre a humanidade por medo de atrapalhar a obra por vir. O que Ele manifesta à multidão é apenas Seu justo caráter e todas as Suas ações, e não a imagem de quando Ele Se tornou carne duas vezes, pois a imagem de Deus só pode ser demonstrada por Seu caráter, e não substituída pela imagem de Sua carne encarnada. A imagem de Sua carne só é mostrada a um pequeno número de pessoas, somente para aqueles que O seguem enquanto Ele opera na carne. É por isso que a obra que está sendo realizada agora é feita tão secretamente. Da mesma forma, Jesus só Se mostrou aos judeus quando fez Sua obra, e nunca Se mostrou publicamente a nenhuma outra nação. Dessa forma, assim que Ele concluiu Sua obra, partiu prontamente do homem e não permaneceu; depois, não foi Ele, essa imagem de homem, que mostrou a Si Mesmo ao homem, mas o Espírito Santo, que executou a obra diretamente. Uma vez que a obra do Deus tornado carne estiver terminada por completo, Ele Se afastará do mundo mortal, e nunca mais fará obra semelhante àquela que fez quando Ele estava na carne. Depois disso, a obra é toda feita diretamente pelo Espírito Santo. Durante este período, o homem dificilmente é capaz de ver a imagem de Seu corpo carnal; Ele não Se mostra ao homem de modo algum, mas permanece para sempre escondido. O tempo para a obra do Deus tornado carne é limitado. Ela é executada em uma era, período, nação e povo específicos. Esta obra representa apenas a obra durante o período da encarnação de Deus, e é particular à era; ela representa a obra do Espírito de Deus em uma era particular, e não a totalidade de Sua obra. Portanto, a imagem do Deus tornado carne não será mostrada para todos os povos. O que é mostrado para a multidão é a justiça de Deus e Seu caráter em sua totalidade, em vez da Sua imagem quando Ele Se tornou carne duas vezes. Não é nem a única imagem que é mostrada ao homem, nem as duas imagens combinadas. Portanto, é imperativo que a carne encarnada de Deus deixe a terra após a conclusão da obra que Ele precisa fazer, pois Ele vem apenas para fazer a obra que deve fazer e não para mostrar às pessoas Sua imagem. Muito embora o significado da encarnação já tenha sido cumprido por Deus tornar-Se carne duas vezes, ainda assim Ele não Se manifestará abertamente a qualquer nação que nunca O tenha visto antes. Jesus nunca mais Se mostrará aos judeus como o Sol da justiça, nem subirá ao Monte das Oliveiras e aparecerá a todos os povos; tudo que os judeus viram é o retrato Dele durante Seu tempo na Judeia. Isso é porque a obra de Jesus em Sua encarnação terminou dois mil anos atrás; Ele não retornará à Judeia na imagem de um judeu, muito menos mostrará a Si Mesmo na imagem de um judeu para qualquer uma das nações gentias, pois a imagem do Jesus tornado carne é meramente a imagem de um judeu, e não a imagem do Filho do homem que João viu. Embora Jesus tenha prometido aos Seus seguidores que Ele retornaria, Ele não Se mostrará simplesmente na imagem de um judeu para todos aqueles nas nações gentias. Vocês devem saber que a obra do Deus tornado carne é abrir uma era. Essa obra é limitada a alguns anos, e Ele não pode realizar toda a obra do Espírito de Deus. Da mesma forma, a imagem de Jesus como judeu pode representar apenas a imagem de Deus enquanto Ele operava na Judeia, e Ele só podia fazer a obra da crucificação. Durante o período em que Jesus esteve na carne, Ele não pôde fazer a obra de terminar uma era, nem de destruir a humanidade. Portanto, depois que Ele terminou de ser crucificado e concluiu Sua obra, Ele ascendeu ao alto e para sempre Se ocultou do homem. A partir de então, aqueles crentes fiéis das nações gentias foram incapazes de ver a manifestação do Senhor Jesus, mas apenas o retrato Dele que eles tinham colado na parede. Esse retrato é apenas um desenho feito pelo homem, e não a imagem que o Próprio Deus mostrou ao homem. Deus não Se mostrará abertamente à multidão na imagem de quando Ele Se tornou carne duas vezes. A obra que Ele faz entre a humanidade é para permitir que ela entenda Seu caráter. Tudo isso é mostrado ao homem por meio da obra das eras diferentes; isso é realizado por meio do caráter que Ele tornou conhecido e da obra que Ele fez, em vez de através da manifestação de Jesus. Isto quer dizer que a imagem de Deus é dada a conhecer ao homem não através da imagem encarnada, mas sim pela obra realizada pelo Deus encarnado que tem tanto imagem como forma; e através de Sua obra, Sua imagem é mostrada e Seu caráter é dado a conhecer. Esse é o significado da obra que Ele deseja fazer na carne.

Quando a obra das duas encarnações de Deus chegar ao fim, Ele começará a mostrar Seu justo caráter por todas as nações gentias, permitindo que a multidão veja Sua imagem. Ele manifestará Seu caráter e, por esse meio, tornará claro o fim das diferentes categorias dos homens, desse modo dando fim, por completo, à velha era. A razão por que Sua obra na carne não se estende por uma grande expansão (assim como Jesus operou somente na Judeia, e hoje opero somente entre vocês) é porque Sua obra na carne tem demarcações e limites. Ele está meramente realizando um curto período de obra à imagem de uma carne normal e comum; Ele não está usando essa carne encarnada para fazer a obra da eternidade ou a obra de aparecer a todos os povos das nações gentias. A obra na carne só pode ser limitada em sua abrangência (como operar apenas na Judeia ou apenas entre vocês), e então, por meio da obra executada dentro desses limites, sua abrangência pode ser expandida. É claro que a obra de expansão é para ser realizada diretamente pelo Seu Espírito e não será mais, então, a obra de Sua carne encarnada. Pois a obra na carne tem limites e não se estende a todos os cantos do universo — isso, ela não pode realizar. Através da obra na carne, Seu Espírito realiza a obra que está para seguir. Portanto, a obra feita na carne é de uma natureza inaugural que é executada dentro de certos limites; depois disso, é o Seu Espírito que continua com essa obra e o faz, além do mais, numa abrangência expandida.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne

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Palavras diárias de Deus | “O mistério da encarnação (4)” | Trecho 13

Palavras diárias de Deus | “O mistério da encarnação (4)” | Trecho 13

Toda a obra feita ao longo do plano de gestão de seis mil anos só agora chegou ao fim. Somente depois que toda essa obra tiver sido revelada aos homens e realizada entre eles, a humanidade conhecerá todo o Seu caráter e o que Ele tem e é. Quando a obra deste estágio tiver sido totalmente concluída, todos os mistérios não compreendidos pelo homem terão sido revelados, todas as verdades anteriormente não compreendidas terão sido esclarecidas, e a raça humana terá sido informada de sua senda e destino futuros. Essa é toda a obra que deve ser feita no atual estágio. Embora a senda que o homem percorre hoje seja também a senda da cruz e do sofrimento, o que o homem de hoje pratica, come, bebe e desfruta é muito diferente daquilo que coube ao homem sob a lei e na Era da Graça. O que se pede do homem neste dia é diferente do que se pedia no passado e ainda mais diferente do que se pedia do homem na Era da Lei. Bem, e o que foi solicitado ao homem sob a lei quando a obra foi feita em Israel? Foi solicitado apenas que guardasse o sábado e as leis de Jeová. Ninguém deveria trabalhar no sábado ou transgredir as leis de Jeová. Mas esse não é o caso hoje. No sábado, o homem trabalha, se reúne com outros e ora como de costume, e nenhuma restrição é imposta. Os homens na Era da Graça tinham que ser batizados; não só isso, foi solicitado que jejuassem, partissem o pão, bebessem vinho, cobrissem a cabeça e lavassem os pés. Agora, essas regras foram abolidas, mas exigências maiores são feitas ao homem, pois a obra de Deus se aprofunda incessantemente e a entrada do homem chega muito mais alto. No passado, Jesus impôs as mãos sobre o homem e orou, mas agora que tudo foi dito, qual é o uso da imposição de mãos? Palavras sozinhas podem alcançar resultados. Quando Ele impunha Suas mãos sobre o homem no passado, era para abençoar e curar o homem de suas enfermidades. Foi assim que o Espírito Santo operou naquele tempo, mas não é assim agora. Agora, o Espírito Santo utiliza palavras para operar e para alcançar resultados. Suas palavras foram esclarecidas para vocês, e vocês deveriam colocá-las em prática exatamente como lhes foi dito. Suas palavras são Sua vontade; elas são a obra que Ele deseja fazer. Por meio de Suas palavras, você entenderá Sua vontade e aquilo que Ele lhe pede para alcançar, e você apenas coloca Suas palavras em prática diretamente, sem a necessidade da imposição de mãos. Alguns podem dizer: “Coloque Tuas mãos sobre mim! Coloque Tuas mãos sobre mim para que eu possa receber a Tua bênção e participar de Ti”. Essas são todas práticas desatualizadas do passado, agora obsoletas, pois a era mudou. O Espírito Santo opera de acordo com a era, nem aleatoriamente nem em conformidade com regras estabelecidas. A era mudou, e uma nova era necessariamente traz consigo uma nova obra. Isso é verdade em todos os estágios da obra, e assim Sua obra nunca é repetida. Na Era da Graça, Jesus fez uma boa quantidade desse tipo de obra, como curar enfermidades, expulsar demônios, impor as mãos sobre o homem para orar pelo homem e abençoar o homem. No entanto, agir assim novamente não teria sentido nos dias atuais. O Espírito Santo operou dessa maneira naquele tempo, pois era a Era da Graça, e havia graça suficiente para o homem desfrutar. Não lhe foi pedido qualquer tipo de pagamento e enquanto ele tivesse fé, ele receberia a graça. Todos foram tratados com muita gentileza. Agora, a era mudou e a obra de Deus progrediu ainda mais; é por meio de Seu castigo e julgamento que a rebeldia do homem e as coisas impuras dentro do homem serão purificadas. Como aquele era o estágio da redenção, coube a Deus operar daquela forma, mostrando ao homem graça suficiente para o homem desfrutar, para que o homem pudesse ser redimido do pecado e, por meio da graça, ter seus pecados perdoados. Este estágio atual é para revelar as injustiças dentro do homem através do castigo, julgamento, do golpear com as palavras, bem como a disciplina e revelação de palavras, para que a humanidade possa ser salva depois. Esta é uma obra mais profunda que a redenção. A graça na Era da Graça foi suficiente para o desfrute do homem; agora que o homem já experimentou essa graça, ele não a desfrutará mais. Essa obra agora está desatualizada e não mais será feita. Agora, o homem deverá ser salvo por meio do julgamento pela palavra. Depois de o homem ser julgado, castigado e refinado, seu caráter é, portanto, alterado. Isso não é tudo por causa das palavras que proferi? Cada estágio da obra é feito de acordo com o progresso de toda a humanidade e com a era. A obra é toda importante e é toda feita em benefício da salvação final, para que a humanidade tenha um bom destino no futuro e para que a humanidade possa ser dividida de acordo com seu tipo no final.

Extraído de “O mistério da encarnação (4)”

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Palavras diárias de Deus | “O mistério da encarnação (4)” | Trecho 12

Palavras diárias de Deus | “O mistério da encarnação (4)” | Trecho 12

O plano de gestão de seis mil anos é dividido em três estágios de obra. Nenhum estágio sozinho pode representar a obra das três eras, mas pode representar apenas uma parte de um todo. O nome Jeová não pode representar todo o caráter de Deus. O fato de que Ele realizou uma obra na Era da Lei não prova que Deus só pode ser Deus sob a lei. Jeová estabeleceu leis para o homem e proferiu mandamentos, pedindo ao homem que construísse o templo e os altares; a obra que Ele fez representa apenas a Era da Lei. A obra que Ele fez não prova que Deus é só um Deus que pede ao homem para respeitar a lei, nem que Ele é o Deus no templo nem que Ele é o Deus diante do altar. Dizer isso não seria verdade. A obra realizada sob a lei só pode representar uma era. Portanto, se Deus fizesse apenas a obra na Era da Lei, o homem confinaria Deus dentro da seguinte definição: “Deus é o Deus no templo. Para servir a Deus, devemos usar vestes sacerdotais e entrar no templo”. Se a obra na Era da Graça nunca tivesse sido realizada e a Era da Lei tivesse continuado até o presente, o homem não saberia que Deus é também misericordioso e amoroso. Se a obra na Era da Lei não tivesse sido feita e, em vez disso, somente a obra na Era da Graça, tudo o homem saberia é que Deus só pode redimir o homem e perdoar-lhes os pecados. O homem só saberia que Ele é santo e inocente, que Ele pode Se sacrificar e ser crucificado em benefício do homem. O homem só saberia dessas coisas, mas não teria entendimento de tudo o mais. Então, cada era representa uma parte do caráter de Deus. Quanto a que aspectos do caráter de Deus são representados na Era da Lei, quais na Era da Graça, e quais neste estágio presente: somente quando todos os três estágios tiverem sido integrados em um todo elas poderão revelar o caráter de Deus inteiramente. Somente quando o homem conhecer todos os três estágios ele poderá entendê-lo plenamente. Nenhum dos três estágios pode ser omitido. Você só verá o caráter de Deus em sua totalidade depois de conhecer esses três estágios da obra. O fato de que Deus completou Sua obra na Era da Lei não prova que Ele é somente o Deus sob a lei, e o fato de que Ele completou Sua obra de redenção não significa que Deus sempre redimirá a humanidade. Essas são todas conclusões tiradas pelo homem. A Era da Graça tendo chegado ao fim, você não pode, então, dizer que Deus pertence apenas à cruz e que a cruz sozinha representa a salvação de Deus. Fazer isso seria definir Deus. No estágio atual, Deus está fazendo principalmente a obra da palavra, mas você não pode dizer, então, que Deus nunca foi misericordioso com o homem e que tudo o que Ele trouxe é castigo e julgamento. A obra nos últimos dias revela a obra de Jeová e de Jesus e todos os mistérios não compreendidos pelo homem, de modo a revelar o destino e fim da humanidade e concluir toda a obra de salvação entre a humanidade. Esse estágio da obra nos últimos dias encerra tudo. Todos os mistérios não compreendidos pelo homem devem ser desvendados para permitir que o homem os sonde até sua profundidade e tenha uma compreensão completamente clara em seu coração. Só então a raça humana pode ser dividida de acordo com seus tipos. Somente depois que o plano de gestão de seis mil anos tiver sido completado, o homem chegará a entender o caráter de Deus em sua totalidade, pois Sua gestão terá então chegado ao fim.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne

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“Quando compreender a verdade, você deveria colocá-la em prática” | Trecho 422

“Quando compreender a verdade, você deveria colocá-la em prática” | Trecho 422

A obra e a palavra de Deus têm o propósito de causar uma mudança no caráter de vocês; Seu objetivo não é meramente fazer com que vocês entendam ou conheçam Sua obra e Sua palavra. Isso não basta. Você é uma pessoa que tem a habilidade de compreender, então não deveria ter dificuldade para entender a palavra de Deus, porque a maior parte dela está escrita em linguagem humana, e Ele fala muito claramente. Por exemplo, vocês são perfeitamente capazes de aprender o que é que Deus quer que vocês entendam e pratiquem; isso é algo que uma pessoa normal, com a faculdade de compreensão, deveria ser capaz de fazer. Em especial, as palavras que Deus está dizendo na presente etapa são claras e transparentes e Deus está salientando muitas coisas que as pessoas não consideraram, assim como todo tipo de estado humano. Suas palavras abrangem tudo e são tão claras quanto a luz de uma lua cheia. Então, agora, as pessoas entendem muitas questões; mas ainda falta algo — que as pessoas coloquem Sua palavra em prática. Elas devem experimentar todos os aspectos da verdade em detalhe, buscá-la e explorá-la com maior detalhe, em vez de simplesmente esperar para absorver o que quer que lhes fique disponível; caso contrário, elas se tornam pouco mais que parasitas. Elas conhecem a palavra de Deus, no entanto, não a põem em prática. Esse tipo de pessoa não ama a verdade e será, no fim, eliminada. Para ser como um Pedro dos anos 1990, isso significa que cada um de vocês deveria praticar a palavra de Deus, ter verdadeira entrada em suas experiências e ganhar ainda mais e maior esclarecimento em sua cooperação com Deus, o que será de cada vez maior assistência para a própria vida de vocês. Se vocês leram muito da palavra de Deus, mas só entendem o significado do texto, e não têm conhecimento direto da palavra de Deus através de experiências práticas, então, você não conhecerá a palavra de Deus. No que diz respeito a você, a palavra de Deus não é vida, mas apenas letras sem vida. Se você só vive em obediência a letras sem vida, então não é capaz de captar a essência da palavra de Deus, nem entenderá a vontade de Deus. Somente quando você experimentar a Sua palavra em suas experiências reais é que o significado espiritual dela se abrirá para você, e é somente através da experiência que você consegue compreender o significado espiritual de muitas verdades e desvendar os mistérios da palavra de Deus. Se você não a colocar em prática, então não importa quão clara ela seja, tudo o que você compreendeu são letras e doutrinas vazias, que se tornaram regulamentos religiosos para você. Não é isso o que os fariseus faziam? Se vocês praticam e experienciam a palavra de Deus, ela se torna prática para vocês; se você não buscar praticá-la, então, para você, ela é pouco mais que a lenda do terceiro céu. Na verdade, o processo de crer em Deus é o de vocês vivenciarem a Sua palavra, assim como serem ganhos por Ele ou, falando ainda mais claramente, acreditar em Deus é ter o conhecimento e o entendimento de Sua palavra e experimentá-la e vivê-la; tal é a realidade por trás de sua crença em Deus. Se vocês acreditam Nele e esperam a vida eterna sem procurar praticar a palavra de Deus como algo que vocês têm dentro de vocês, então são tolos. Isso seria como ir a um banquete e apenas olhar para a comida e memorizar as coisas deliciosas sem de fato provar nada disso. Uma pessoa dessas não seria tola?

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

Quem não praticar as palavras de Deus será eliminado

A palavra e a obra de Deus são para trazer mudança em seu caráter. Seu propósito não é apenas fazer vocês entenderem ou simplesmente reconhecer isso. Isso não basta, não é tudo. Se estiver apto a receber, a palavra de Deus é fácil de entender, pois a maior parte está na língua dos homens. O que Deus quer que você saiba e faça é algo que um homem normal deveria compreender. O homem precisa sentir verdade na palavra de Deus, buscá-la e explorá-la em mais detalhes. Não deve esperar o que lhe é dado, senão será só um aproveitador. Se conhecer a palavra e não praticar, não ama a verdade e eliminado será.

O que Deus diz agora é muito claro. É transparente e lúcido. E Deus aponta tantas coisas em que as pessoas não pensaram. Ele revela as muitas condições que o homem pode ter. As palavras de Deus são abrangentes, são claras como o luar. O homem vê muitas questões. O que ele deve tentar alcançar é pôr as palavras Dele em prática. É o que falta à humanidade. O homem precisa sentir verdade na palavra de Deus, buscá-la e explorá-la em mais detalhes. Não deve esperar o que lhe é dado, senão será só um aproveitador. Se conhecer a palavra e não praticar, não ama a verdade e eliminado será.

de “Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos”

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Palavras diárias de Deus | “Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal” | Trecho 3

Palavras diárias de Deus | “Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal” | Trecho 3

Muitas pessoas pegam as palavras de Deus para as ler dia após dia, até o ponto de cuidadosamente memorizar todas as passagens clássicas que contém e guardá-las como seu tesouro mais precioso e, além disso, pregar as palavras de Deus em todo lugar, provendo e ajudando os outros por meio de Suas palavras. Elas pensam que fazer isso é dar testemunho de Deus, dar testemunho de Suas palavras, que fazer isso é seguir o caminho de Deus; pensam que fazer isso é viver pelas palavras de Deus, que isso é aplicar as Suas palavras às próprias vidas, que fazer isso lhes permitirá receber os elogios de Deus e ser salvas e aperfeiçoadas. Mas, mesmo pregando as palavras de Deus, nunca cumprem com as palavras de Deus na prática ou tentam alinhar-se com o que está revelado nelas. Antes, elas usam as palavras de Deus para ganhar a adoração e confiança dos outros trapaceando, para entrar no gerenciamento por conta própria e defraudar e roubar a glória de Deus. Elas esperam, em vão, usar a oportunidade dada para divulgar as palavras de Deus para receberem a obra de Deus e Seus elogios. Quantos anos se passaram, mas essas pessoas não somente não conseguiram merecer os elogios de Deus no processo de pregar as palavras de Deus, não somente foram incapazes de descobrir o caminho que deveriam seguir no processo de dar testemunho das palavras de Deus, como também não ajudaram a suprir a si mesmas no processo de suprir e ajudar os outros por meio das palavras de Deus, foram incapazes de conhecer Deus e de despertar a si mesmas para uma reverência genuína a Deus, no processo de fazer todas essas coisas; mas, ao contrário, seus mal-entendidos sobre Deus aumentam cada vez mais, sua desconfiança em Deus se torna cada vez mais grave, e suas imaginações sobre Ele, mais hiperbólicas. Supridas e guiadas por suas teorias sobre as palavras de Deus, elas aparentam estar completamente em seu ambiente, como se estivessem exercendo suas habilidades com toda a facilidade, como se tivessem encontrado seu propósito na vida, sua missão, como se tivessem ganhado nova vida e fossem salvas, como se, com as palavras de Deus fluindo cristalinas de suas bocas em recital, elas tivessem obtido acesso à verdade, entendido as intenções de Deus e descoberto a senda para conhecer Deus, como se, no processo de pregar as palavras de Deus, elas ficassem frequentemente face a face com Deus. Ademais, elas são frequentemente “tocadas” ao ponto de ter ataques de choro e, geralmente, levadas pelo “Deus” nas palavras de Deus, elas aparentam estar incessantemente entendendo Sua sincera solicitude e gentil intenção e, ao mesmo tempo, ter compreendido a salvação do homem por Deus e Seu gerenciamento, ter chegado a conhecer a Sua essência e a ter compreendido Seu justo caráter. Com base nesse fundamento, elas parecem crer ainda mais firmemente na existência de Deus, ser mais cientes de Seu estado exaltado e sentir ainda mais profundamente Sua grandeza e transcendência. Embebidas nesse conhecimento superficial das palavras de Deus, pareceria que sua fé cresceu, que sua resolução para suportar o sofrimento foi fortalecida e que seu conhecimento de Deus foi aprofundado. Pouco sabem elas que, até que elas realmente experimentem as palavras de Deus, todo o seu conhecimento de Deus e suas ideias sobre Ele advêm de sua imaginação fértil e de conjectura. Sua fé não resistiria a qualquer tipo de teste de Deus, aquilo que chamam de espiritualidade e estatura simplesmente não resistiria à prova ou inspeção de Deus, sua resolução não passa de um castelo construído sobre a areia, e o suposto conhecimento de Deus também não é mais que uma invenção de sua imaginação. De fato, essas pessoas que, por assim dizer, investiram muito nas palavras de Deus, nunca perceberam o que é a verdadeira fé, o que é a verdadeira submissão, o que é verdadeiro cuidado por Deus nem o que é conhecimento real de Deus. Elas tomam a teoria, a imaginação, o conhecimento, o dom, a tradição, a superstição, e até mesmo os valores morais da humanidade, e os transformam em “capital de investimento” e “armas militares” para acreditar em Deus e buscá-Lo, tornando-os fundamentos da sua crença em Deus e sua busca por Ele. Ao mesmo tempo, elas também pegam esse capital e armas e os transformam em um talismã mágico para conhecer a Deus, para encontrar e contender contra inspeção, a provação, o castigo e o julgamento de Deus. No final, o que elas acumulam consiste em nada mais do que conclusões sobre Deus que estão mergulhadas em conotação religiosa, na superstição feudal e em tudo que é romântico, grotesco e enigmático, seu modo de conhecer e definir a Deus está gravado no mesmo molde que o das pessoas que creem apenas no Céu Acima, ou no Bom Velhinho no Céu, enquanto a realidade de Deus, Sua essência, Seu caráter, Suas posses e Seu ser, e assim por diante – tudo isso tem a ver com o Próprio Deus real – são coisas que o conhecimento delas não conseguiu captar, é completamente irrelevante e estão até mesmo em polos opostos. Dessa forma, embora elas vivam sob a provisão e nutrição das palavras de Deus, elas são incapazes de trilhar verdadeiramente a senda de temer a Deus e evitar o mal. A verdadeira razão para isso é que elas nunca se familiarizaram com Deus, nem tiveram contato genuíno ou comunhão com Ele, e assim é impossível que elas cheguem a um entendimento mútuo com Deus, ou que despertem em si mesmas uma crença genuína em Deus, busca por ou adoração a Deus. Que elas considerem as palavras de Deus assim, que elas considerem Deus dessa forma – essa perspectiva e atitude as condenou a retornar de mãos vazias dos seus esforços, condenou-as a nunca, em toda a eternidade, ser capazes de trilhar a senda de temer a Deus e evitar o mal. O alvo para o qual elas estão mirando e a direção na qual elas estão indo significam que elas são inimigas de Deus por toda a eternidade, e que através da eternidade elas nunca serão capazes de receber a salvação.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

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Palavras diárias de Deus | “A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III” | Trecho 66

Palavras diárias de Deus | “A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III” | Trecho 66

Deus Todo-Poderoso diz: “essem o templo, perderiam sua morada. Sem o templo eles não teriam onde adorar e não poderiam realizar seus sacrifícios. Sua suposta morada é onde eles agiam sob o pretexto de adorar a Deus Jeová, permitindo-lhes permanecer no templo e tratar dos seus próprios assuntos. A suposta realização dos sacrifícios servia apenas para levar a cabo suas próprias transações vergonhosas, sob o disfarce de prestar seu serviço no templo. Foi por essa razão que as pessoas daquela época viam o templo como maior que Deus. Porque elas usavam o templo como disfarce e os sacrifícios como pretexto para enganar as pessoas e enganar a Deus, o Senhor Jesus disse isso para alertá-las. Se vocês aplicarem essas palavras ao presente, elas são igualmente válidas e igualmente pertinentes. Embora as pessoas de hoje tenham experimentado obras de Deus diferentes das experimentadas pelas pessoas na Era da Lei, a essência da sua natureza é a mesma. No contexto da obra de hoje, as pessoas ainda fazem o mesmo tipo de coisas como “o templo é maior que Deus”. Por exemplo, as pessoas consideram que cumprir o seu dever é o seu trabalho; elas consideram que dar testemunho de Deus e combater o grande dragão vermelho como movimentos políticos em defesa dos direitos humanos, pela democracia e pela liberdade; eles transformam em carreiras seu dever de utilizar as suas habilidades, porém consideram que temer a Deus e evitar o mal não passam de instâncias de doutrina religiosa para se observar; e assim por diante. Não são essas expressões por parte dos humanos essencialmente o mesmo que “o templo é maior que Deus”? Exceto que dois mil anos atrás as pessoas tratavam dos seus negócios pessoais no templo físico, mas hoje, tratam dos seus negócios pessoais em templos intangíveis. Os que valorizam as regras veem as regras como maiores que Deus, os que amam o status veem o status como maior que Deus, os que amam sua carreira veem a carreira como maior que Deus e assim por diante — todas as suas expressões Me levam a dizer: “As pessoas louvam a Deus como sendo o maior através das suas palavras, mas através dos seus olhos tudo é maior que Deus”. Isso porque, assim que as pessoas encontram uma oportunidade ao longo de sua senda de seguir a Deus para mostrar seus próprios talentos, ou para tratar dos seus próprios negócios ou da sua própria carreira, elas se distanciam de Deus e se lançam na carreira que amam. Quanto àquilo que Deus lhes confiou, e à Sua vontade, essas coisas já foram descartadas há muito tempo. Nesse cenário, o que há de diferente entre essas pessoas e as que tratavam dos seus próprios negócios no templo há dois mil anos?”

Extraído de “A Palavra manifesta em carne

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Palavras de Deus | “Como desempenhar sua missão futura”

Palavras de Deus | “Como desempenhar sua missão futura”

Deus Todo-Poderoso diz: “Será que você é capaz de expressar a atual disposição de Deus em linguagem adequada e que tenha relevância para o presente? Por meio da sua experiência da obra de Deus, será que você é capaz de descrever a disposição de Deus em detalhes? De que maneira você é capaz de descrevê-la de forma adequada e apropriada? De modo que, assim, outras pessoas possam conhecer as suas experiências. Como você vai transmitir suas visões e experiências aos miseráveis, aos pobres e aos crentes devotos que têm fome e sede de justiça e estão a sua espera para que os guie? Que tipos de pessoas estão esperando para que você os guie? Será que você consegue imaginar? Será que você está ciente do peso que carrega sobre os ombros, do seu encargo e da sua responsabilidade? Onde está seu senso histórico de missão? Como você vai exercer o seu serviço de bom mestre para a próxima era? Será que você possui uma ótima noção do papel de mestre? Como explicaria o mestre de todas as coisas? Será que é mesmo o mestre de todas as criaturas vivas e de toda a substância no mundo? Quais são os seus planos para o progresso do próximo passo do trabalho? Quantas pessoas estão a sua espera para que você seja seu guia, seu pastor? Será que a sua tarefa é pesada? Elas são pobres, dignas de pena, cegas e perdidas, clamando na escuridão: “Qual é o caminho?”. Como elas anseiam para que a luz, como uma estrela cadente, de repente brilhe para dispersar a força da escuridão que oprime a humanidade há tantos anos! Quem pode saber o tamanho exato da ansiedade que rodeia sua esperança e a maneira como elas anseiam, dia e noite, por isto? Aqueles que sofrem profundamente permanecem presos nos calabouços da escuridão sem esperança de liberdade, mesmo nos dias em que a luz brilha… Quando vão deixar de chorar? Estes espíritos frágeis, que nunca tiveram sossego, de fato sofrem com este infortúnio. Eles foram, há muito tempo, isolados por amarras impiedosas e pela história que se paralisou. Quem já escutou o som dos lamentos deles? Quem já viu seu rosto desgraçado? Você já pensou em como o coração de Deus está pesaroso e ansioso? Como Ele pode suportar ver a humanidade inocente que Ele criou com Suas próprias mãos assim tão atormentada? Afinal de contas, a humanidade é composta pelos desafortunados que foram envenenados. Apesar de terem sobrevivido até hoje, quem poderia pensar que há muito tempo foram envenenados pelo maligno? Você já se esqueceu de que é uma das vítimas? Em nome de seu amor a Deus, você não está disposto a se esforçar para salvar aqueles que sobreviveram? Será que você não está disposto a empenhar todo o seu esforço para retribuir ao Deus que ama a humanidade como Sua própria carne? Como você interpreta ser usado por Deus para viver a sua vida extraordinária? Será que você realmente está decidido e confiante para conduzir sua vida de modo relevante, sendo uma pessoa piedosa a serviço de Deus?”

Extraído de “A Palavra manifesta em carne

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Palavras diárias de Deus | “A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção” | Trecho 23

Palavras diárias de Deus | “A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção” | Trecho 23

Deus Todo-Poderoso diz: “Embora Jesus em Sua encarnação estivesse totalmente sem emoção, Ele sempre consolou Seus discípulos, proveu para eles, os ajudou e sustentou. Por mais que fizesse, ou por mais que sofresse, Ele nunca fez exigências excessivas ao povo, mas sempre foi paciente e tolerante com seus pecados, de modo que as pessoas na Era da Graça O chamavam carinhosamente de ‘o amável Salvador Jesus’. Para as pessoas daquele tempo, para todas elas, o que Ele tinha e era foram misericórdia e benignidade. Ele nunca Se lembrou das transgressões das pessoas, e o tratamento que lhes deu não se baseava nas transgressões delas. Porque aquela foi uma era diferente, Ele frequentemente dava abundante comida e bebida às as pessoas para que elas se saciassem. Ele tratava todos os Seus seguidores com graça, curando os doentes, expulsando os demônios, ressuscitando os mortos. Para que as pessoas cressem Nele e vissem que tudo o que Ele fez foi com sinceridade e de coração aberto, Ele chegou ao ponto de ressuscitar um cadáver em decomposição, mostrando-lhes que em Suas mãos até mesmo os mortos poderiam voltar à vida. Desse modo, Ele resistiu silenciosamente e fez a Sua obra de redenção no meio deles. Mesmo antes de ser pregado na cruz, Jesus já havia tomado sobre Si os pecados da humanidade e Se tornara uma oferta pelo pecado dela. Mesmo antes de ser crucificado, Ele já havia aberto o caminho para a cruz a fim de redimir a humanidade. Por fim, Ele foi pregado na cruz, sacrificando-Se por causa da cruz, e concedeu toda a Sua misericórdia, benignidade e santidade à humanidade. Ele sempre foi tolerante, nunca vingativo, mas perdoou os pecados das pessoas, exortou-as a se arrependerem e as ensinou a ter paciência, tolerância e amor, a seguirem Seus passos e sacrificarem a si mesmas por causa da cruz. Seu amor pelos irmãos excedia o Seu amor por Maria. A obra que Ele realizou tinha como princípio curar as pessoas e expulsar os demônios, tudo por causa de Sua redenção. Não importa onde Ele fosse, tratava a todos os que O seguiam com graça. Ele tornava os pobres em ricos, os coxos andavam, os cegos viam, e os surdos ouviam; Ele até convidava os mais humildes, os destituídos, os pecadores, a sentarem à mesma mesa com Ele, nunca Se afastando deles, mas sempre sendo paciente, dizendo: ‘Quando um pastor perder uma ovelha em cem, ele deixará para trás as noventa e nove para buscar a única ovelha perdida, e quando ele a encontrar, se alegrará muito’. Ele amava os Seus seguidores como uma ovelha ama seus cordeiros. Embora fossem insensatos, ignorantes, pecadores aos Seus olhos e, além disso, fossem os membros mais humildes da sociedade, Ele considerava esses pecadores — homens que os outros desprezavam — como a menina dos Seus olhos. Porque Ele os favoreceu, deu a vida por eles e como um cordeiro foi oferecido no altar. Ele andava no meio deles como se fosse servo deles, permitindo que O usassem e matassem, submetendo-Se a eles incondicionalmente. Para Seus seguidores Ele era o adorável Salvador Jesus, mas para os fariseus, que ensinavam o povo de um alto pedestal, Ele não mostrou misericórdia e benignidade, mas aversão e ressentimento. Ele não fez muito entre os fariseus, ocasionalmente os ensinou e repreendeu. Ele não andou no meio deles fazendo a obra da redenção, nem realizando sinais e maravilhas. Ele concedeu toda a Sua misericórdia e benignidade aos Seus seguidores, sofrendo pelo bem desses pecadores até o fim, quando foi pregado na cruz, e sofrendo toda humilhação até que Ele tivesse redimido completamente toda a humanidade. Essa foi a importância total de Sua obra.

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