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Mês: Setembro 2019
Queridos irmãos e irmãs e meus amigos, bom dia a todos!
🔆🔆Queridos irmãos e irmãs e meus amigos, bom dia a todos!🔆🔆
Hoje, as irmãs de Saipan me enviaram fotos. As belas fotos depois da chuva estão muito bonitas. Espero trazer felicidade aos meus irmãos, irmãs e amigos!

🎻🎻Compartilhe a canção de louvor e agradeça a Deus pela criação.
Melhor música gospel 2019 “As expectativas de Deus para a humanidade não mudaram”
Melhor música gospel 2019 “As expectativas de Deus para a humanidade não mudaram”
I
Quando ofereceu Isaque,
Abraão foi visto por Deus em sua sinceridade
e ele passou no teste de Deus,
mas de ser confidente de Deus,
de conhecê-Lo, ainda não era digno. Continue a ler “Melhor música gospel 2019 “As expectativas de Deus para a humanidade não mudaram””
Parábolas de Jesus: Por que Jesus Cristo falava por parábolas quando estava operando?
Por que o Senhor Jesus contava essas parábolas quando estava operando? Qual era Sua vontade escondida por trás delas? Nos últimos dias, o Senhor Jesus voltou para a carne mais uma vez, é Deus Todo-poderoso, assim Deus Todo-poderoso falou que naquele era por que o senhor Jesus usava a forma de metáfora:

Deus Todo-Poderoso diz: “A primeira é a parábola do semeador. É uma parábola realmente interessante; semear é um acontecimento comum na vida das pessoas. A segunda é a parábola do joio e do trigo. Quanto a o que é o joio, qualquer um que já fez plantio e colheita e os adultos saberão. Continue a ler “Parábolas de Jesus: Por que Jesus Cristo falava por parábolas quando estava operando?”
O plano de Deus para salvar a humanidade
Por que Deus quer salvar a humanidade?
Palavras clássicas de Deus:

No princípio, Deus estava descansando. Não havia seres humanos nem nada sobre a terra naquele tempo, tampouco Deus realizara qualquer obra. Deus só começou Sua obra de gerenciamento uma vez que a humanidade existiu e foi corrompida. Daí em diante, Deus não descansou mais; ao contrário, começou a Se ocupar com a humanidade. Foi por causa da corrupção da humanidade que Deus foi tirado de Seu descanso; também por causa da rebelião do arcanjo é que Deus foi tirado de Seu descanso. Continue a ler “O plano de Deus para salvar a humanidade”
Willy Fautré: Coreia do Sul deve conceder asilo aos requerentes da Igreja de Deus Todo-Poderoso
Últimas notícias: Willy Fautré: Coreia do Sul deve conceder asilo aos requerentes da Igreja de Deus Todo-Poderoso
Vamos tomar a Coreia do Sul como exemplo. Até o momento, entre os membros da Igreja de Deus Todo-Poderoso que fugiram para a Coreia, a nenhum deles foi concedida a condição de refugiado. Até agora, cerca de 150 membros da Igreja de Deus Todo-Poderoso receberam as ordens de embarque emitidas pelo Ministério da Justiça. Continue a ler “Willy Fautré: Coreia do Sul deve conceder asilo aos requerentes da Igreja de Deus Todo-Poderoso”
Perguntas e respostas clássicas sobre o evangelho do reino — Pergunta 1
Pergunta 1: A Bíblia diz: “Pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10:10). Nós já fomos salvos por meio de nossa fé em Jesus. Uma vez salvos, somos eternamente salvos. Quando o Senhor chegar, definitivamente seremos capazes de entrar no reino dos céus.

Resposta: Uma vez que estamos salvos, estamos sempre salvos e podemos entrar no reino dos céus. Essa é concepção do homem. Isso não está de acordo com as palavras de Deus. O Senhor Jesus nunca disse que as pessoas entrariam no reino dos céus apenas salvas pela fé. Mas O Senhor Jesus disse que somente aqueles que fazem a vontade do Pai Celestial entrarão no reino dos céus. Somente as palavras do Senhor Jesus têm autoridade e são a verdade. Concepções e imaginações do homem não são a verdade. Não são critérios para entrar no reino dos céus. Sobre a “salvação pela fé” de que falamos, essa “salvação” se refere apenas a ter seus pecados perdoados, não a ser condenado à morte pela lei. Isso não significa que a pessoa que foi “salva” percorra o caminho de Deus, tenha sido liberta do pecado e tenha se tornado santa. Isso não significa que ela possa entrar no reino dos céus. Embora tenhamos sido perdoados do pecado pela fé, nossos pecados ainda permanecem. Ainda podemos pecar e resistir a Deus. Vivemos em um ciclo de pecar e confessar nossos pecados. Como pessoas assim podem entrar no reino dos céus? A Bíblia diz: “E a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Se disser que os pecadores frequentes podem entrar no reino dos céus, isso não está de acordo com os fatos. Ousa dizer que aqueles homens impuros e corruptos, que pecam com frequência, vivem no reino dos céus? Você já viu uma pessoa má e impura entrando no reino dos céus? O Senhor é justo e santo. O Senhor permitiria que pecadores frequentes entrassem no reino dos céus? O Senhor Jesus uma vez disse: “Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. Ora, o escravo não fica para sempre na casa; o filho fica para sempre” (João 8:34-35). Portanto, podemos ver que aqueles que não se libertaram do pecado não entram no reino dos céus. Se o que vocês dizem é verdade, e quem ganha a salvação pela fé entra no reino dos céus, então por que o Senhor Jesus disse isto? “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”? Por que Ele disse que separaria os bodes das ovelhas e o trigo do joio? Portanto, “aqueles que são salvos pela fé entrarão no reino dos céus” não pode ser verdade! Essa crença é diretamente contradita pelas palavras do Senhor Jesus!
Continue a ler “Perguntas e respostas clássicas sobre o evangelho do reino — Pergunta 1”Filme evangélico “Esperança” Trecho 4
Filme evangélico 2019 “Esperança” Trecho 4 – O reino dos céus está no céu ou na terra?
Muitas pessoas que têm fé no Senhor creem que o reino do céu está no céu.Será mesmo? A oração do Senhor diz: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6:9-10). O Livro de Apocalipse diz: “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo” (Apocalipse 11:15). “a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus… o tabernáculo de Deus está com os homens” (Apocalipse 21:2-3). Portanto, o reino do céu está no céu ou na terra? Continue a ler “Filme evangélico “Esperança” Trecho 4″
A verdadeira história por trás da obra na Era da Redenção
📙📙 Palavra de Deus Todo-Poderoso
Todo o Meu plano de gestão, um plano que abrange seis mil anos, consiste em três etapas, ou três eras: a Era da Lei, no início; a Era da Graça (que também é a Era da Redenção); e a Era do Reino, nos últimos dias. Minha obra nessas três eras difere em conteúdo, de acordo com a natureza de cada uma, mas em cada estágio, está de acordo com as necessidades do homem ou, para ser mais preciso, é realizada em função das artimanhas que Satanás emprega na guerra que Eu travo contra ele. O propósito da Minha obra é derrotar Satanás, manifestar Minha sabedoria e onipotência, expor todas as artimanhas de Satanás e, assim, salvar toda a raça humana, que vive sob seu império. A finalidade é mostrar a Minha sabedoria e onipotência, e ao mesmo tempo, revelar a inaceitável monstruosidade de Satanás. Mais ainda, é ensinar as Minhas criações a discriminarem entre o bem e o mal, a compreenderem que sou o Governante de todas as coisas, a verem claramente que Satanás é o inimigo da humanidade, o mais baixo dos baixos, o maligno, e saber dizer, com absoluta certeza, a diferença entre o bem e o mal, a verdade e a falsidade, a santidade e a impureza, e o que é extraordinário e o que é desprezível. Desse modo, a humanidade ignorante será capaz de testemunhar por Mim, que não fui Eu quem corrompeu a humanidade, e somente Eu, o Senhor da criação, posso salvar a humanidade e conceder aos homens as coisas para seu deleite; as pessoas saberão que Eu sou o Governante de todas as coisas e Satanás é apenas um dos seres que criei e que mais tarde se voltou contra Mim. O Meu plano de gestão de seis mil anos está dividido em três etapas, para alcançar o seguinte resultado: capacitar as Minhas criações a se tornarem Minhas testemunhas, para compreenderem a Minha vontade e entenderem que Eu sou a verdade. Assim, durante a fase inicial da obra em Meu plano de gestão de seis mil anos, fiz a obra da lei, em que Jeová liderou Seu povo. A segunda etapa introduziu a obra da Era da Graça nas aldeias da Judeia. Jesus representa toda a obra da Era da Graça; Ele foi encarnado, crucificado e também inaugurou a Era da Graça. Ele foi crucificado para completar a obra da redenção, para terminar a Era da Lei e iniciar a Era da Graça e, assim, Ele foi chamado de “Comandante Supremo”, a “Oferta pelo Pecado”, o “Redentor”. A obra de Jesus diferia em conteúdo da obra de Jeová, embora em princípio elas fossem as mesmas. Jeová começou a Era da Lei, estabeleceu a base de operação, isto é, o ponto de origem de Sua obra na terra, e decretou os mandamentos; estas foram duas de Suas realizações, que representam a Era da Lei. A obra que Jesus realizou na Era da Graça não foi a de decretar mandamentos, mas cumpri-los, acompanhando a Era da Graça e concluindo a Era da Lei, que durou dois mil anos. Ele foi o pioneiro, que veio iniciar a Era da Graça, mas a parte principal de Sua obra estava na redenção. E assim, Suas realizações também foram duplas: abrir uma nova era e completar a obra da redenção por meio de Sua crucificação. Então Ele partiu. Nesse ponto, a Era da Lei chegou ao fim e a humanidade entrou na Era da Graça.
A obra que Jesus fez estava de acordo com as necessidades do homem naquela era. Sua tarefa era redimir a humanidade, perdoar os pecados dela, e assim, Seu caráter era totalmente de humildade, paciência, amor, piedade, tolerância, misericórdia e benignidade. Ele abençoou a humanidade ricamente, trouxe-lhe graça em abundância, e todas as coisas que as pessoas poderiam desfrutar, Ele as concedeu para o seu deleite: paz e felicidade, Sua tolerância e amor, Sua misericórdia e benignidade. Naqueles dias, tudo o que as pessoas encontravam era uma abundância de coisas para desfrutar: seus corações estavam em paz e tranquilizados, seus espíritos foram consolados e elas eram sustentadas pelo Salvador Jesus. Elas podiam receber essas coisas em consequência da era em que viviam. Na Era da Graça, o homem já havia se submetido à corrupção de Satanás e, assim, a obra de redimir toda a humanidade requereu uma abundância de graça, tolerância e paciência infinitas e, ainda mais, uma oferta suficiente para expiar os pecados da humanidade, para alcançar o resultado. O que a humanidade viu na Era da Graça foi meramente Minha oferta de expiação pelos pecados dela, isto é, Jesus. Tudo o que as pessoas sabiam era que Deus poderia ser misericordioso e tolerante, e tudo o que elas viram foi a misericórdia e a benignidade de Jesus. Isso ocorreu porque viviam na Era da Graça. Antes que pudessem ser redimidas, tinham que desfrutar dos muitos tipos de graça que Jesus lhes concedia; só isso foi benéfico para elas. Dessa forma, elas poderiam ser perdoadas de seus pecados por meio do gozo da graça e ter a chance de ser redimidas por meio da tolerância e paciência de Jesus. Somente por meio da tolerância e paciência de Jesus é que elas ganharam o direito de receber perdão e desfrutar da abundância da graça concedida por Jesus, assim como Ele disse: “Não vim para redimir os justos, mas os pecadores, para permitir que os pecadores sejam perdoados de seus pecados”. Se Jesus tivesse encarnado com o caráter do julgamento, da maldição e da intolerância às ofensas do homem, o homem nunca teria tido a chance de ser redimido e teria permanecido pecador para sempre. Se assim fosse, o plano de gestão de seis mil anos teria parado na Era da Lei, e a Era da Lei teria sido prolongada por seis mil anos. Os pecados do homem só teriam se tornado mais numerosos e dolorosos, e a criação da humanidade teria sido em vão. Os homens só poderiam ter servido a Jeová sob a lei, mas seus pecados teriam excedido os dos primeiros seres humanos criados. Quanto mais Jesus amava a humanidade, perdoando-lhes os pecados e levando-lhes misericórdia e benignidade, mais as pessoas adquiriam a capacidade de serem salvas e chamadas de cordeiros perdidos que Jesus comprou de volta por um grande preço. Satanás não conseguiu se intrometer nesta obra, porque Jesus tratava Seus seguidores como uma mãe amorosa trata o bebê em seu seio. Ele não Se zangava com eles nem os desprezava, mas os consolava. Ele nunca Se enfurecia no meio deles, mas tolerava os pecados deles e fazia vista grossa à sua tolice e ignorância, a ponto de dizer: “Perdoe os outros setenta vezes sete vezes”. Seu coração transformava o coração dos outros. Desta maneira é que as pessoas receberam o perdão dos pecados por meio de Sua tolerância.
Embora Jesus em Sua encarnação estivesse totalmente sem emoção, Ele sempre consolou Seus discípulos, proveu para eles, os ajudou e sustentou. Por mais que fizesse, ou por mais que sofresse, Ele nunca fez exigências excessivas ao povo, mas sempre foi paciente e tolerante com seus pecados, de modo que as pessoas na Era da Graça o chamavam carinhosamente de “o amável Salvador Jesus”. Para as pessoas daquele tempo, para todas elas, o que Ele tinha e era foram misericórdia e benignidade. Ele nunca Se lembrou das transgressões das pessoas, e o tratamento que lhes deu não se baseava nas transgressões delas. Porque aquela foi uma era diferente, Ele frequentemente dava abundante comida e bebida às as pessoas para que elas se saciassem. Ele tratava todos os Seus seguidores com graça, curando os doentes, expulsando os demônios, ressuscitando os mortos. Para que as pessoas cressem Nele e vissem que tudo o que Ele fez foi com sinceridade e de coração aberto, Ele chegou ao ponto de ressuscitar um cadáver em decomposição, mostrando-lhes que em Suas mãos até mesmo os mortos poderiam voltar à vida. Desse modo, Ele resistiu silenciosamente e fez a Sua obra de redenção no meio deles. Mesmo antes de ser pregado na cruz, Jesus já havia tomado sobre Si os pecados da humanidade e Se tornara uma oferta pelo pecado dela. Mesmo antes de ser crucificado, Ele já havia aberto o caminho para a cruz a fim de redimir a humanidade. Por fim, Ele foi pregado na cruz, sacrificando-Se por causa da cruz, e concedeu toda a Sua misericórdia, benignidade e santidade à humanidade. Ele sempre foi tolerante, nunca vingativo, mas perdoou os pecados das pessoas, exortou-as a se arrependerem e as ensinou a ter paciência, tolerância e amor, a seguirem Seus passos e sacrificarem a si mesmas por causa da cruz. Seu amor pelos irmãos excedia o Seu amor por Maria. A obra que Ele realizou tinha como princípio curar as pessoas e expulsar os demônios, tudo por causa de Sua redenção. Não importa onde Ele fosse, tratava a todos os que O seguiam com graça. Ele tornava os pobres em ricos, os coxos andavam, os cegos viam, e os surdos ouviam; Ele até convidava os mais humildes, os destituídos, os pecadores, a sentarem à mesma mesa com Ele, nunca Se afastando deles, mas sempre sendo paciente, dizendo: “Quando um pastor perder uma ovelha em cem, ele deixará para trás as noventa e nove para buscar a única ovelha perdida, e quando ele a encontrar, se alegrará muito”. Ele amava os Seus seguidores como uma ovelha ama seus cordeiros. Embora fossem insensatos, ignorantes, pecadores aos Seus olhos e, além disso, fossem os membros mais humildes da sociedade, Ele considerava esses pecadores ─ homens que os outros desprezavam ─ como a menina dos Seus olhos. Porque Ele os favoreceu, deu a vida por eles e como um cordeiro foi oferecido no altar. Ele andava no meio deles como se fosse servo deles, permitindo que O usassem e matassem, submetendo-Se a eles incondicionalmente. Para Seus seguidores Ele era o adorável Salvador Jesus, mas para os fariseus, que ensinavam o povo de um alto pedestal, Ele não mostrou misericórdia e benignidade, mas aversão e ressentimento. Ele não fez muito entre os fariseus, ocasionalmente os ensinou e repreendeu. Ele não andou no meio deles fazendo a obra da redenção, nem realizando sinais e maravilhas. Ele concedeu toda a Sua misericórdia e benignidade aos Seus seguidores, sofrendo pelo bem desses pecadores até o fim, quando foi pregado na cruz, e sofrendo toda humilhação até que Ele tivesse redimido completamente toda a humanidade. Essa foi a importância total de Sua obra.
Sem a redenção de Jesus, os seres humanos sempre teriam vivido em pecado e se tornariam filhos do pecado, os descendentes de demônios. Continuando desse modo, a terra inteira teria se tornado um local de alojamento para Satanás, um lugar para sua habitação. Mas a obra da redenção requeria mostrar misericórdia e benignidade para a humanidade; só assim, ela poderia receber o perdão e, finalmente, conquistar o direito de ser completado e plenamente conquistada. Sem esse estágio da obra, o plano de gestão de seis mil anos não teria prosseguido. Se Jesus não tivesse sido crucificado, se tivesse apenas curado o povo e exorcizado seus demônios, o povo não poderia ter sido completamente perdoado por seus pecados. Nos três anos e meio que Jesus passou fazendo Sua obra na terra, Ele completou apenas metade da obra da redenção; ao ser pregado na cruz e Se tornar em semelhança da carne pecaminosa, ao ser entregue ao maligno, Ele completou a obra da crucificação e conquistou o destino da humanidade. Somente depois de ser entregue nas mãos de Satanás é que Ele redimiu a humanidade. Por trinta e três anos e meio Ele sofreu na terra, sendo ridicularizado, caluniado e abandonado, até o ponto de não ter onde reclinar a cabeça, nem um lugar de descanso. Depois foi crucificado, com todo o Seu ser ─ um corpo imaculado e inocente ─ pregado na cruz e submetido a todo tipo de sofrimento. Aqueles que estavam no poder zombavam Dele e O açoitavam, e os soldados cuspiram em Sua face; todavia, permaneceu em silêncio e aguentou até o fim, submetendo-Se incondicionalmente até a morte, depois do que redimiu toda a humanidade. Só então foi-Lhe permitido descansar. A obra que Jesus fez representa apenas a Era da Graça; não representa a Era da Lei, nem é uma substituta para a obra dos últimos dias. Essa é a essência da obra de Jesus na Era da Graça, a segunda era pela qual a humanidade passou: a Era da Redenção.
de “A Palavra manifesta em carne”
Fonte: Igreja de Deus Todo-Poderoso
O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca”

Há milhares de anos, o homem tem desejado poder testemunhar a chegada do Salvador. O homem tem desejado contemplar Jesus, o Salvador, sobre uma nuvem branca, descendo pessoalmente entre aqueles que têm anelado e ansiado por Ele há milhares de anos. O homem tem desejado que o Salvador retorne e seja reunido ao povo, isto é, que Jesus, o Salvador, volte para o povo de quem Ele tem estado separado por milhares de anos. Continue a ler “O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca””
